domingo, 27 de novembro de 2016

A INTELIGÊNCIA PARA LÁ DA HUMANA

O porco é o animal que mais se parece com o ser humano, em relação à sua estrutura genética. Para além dessa estrutura os comportamentos que eles têm não diferem muito dos que o ser humano tem, já que o Homem também pode ser um ser irracional.

No documentário “Star Pigs” podemos comprovar que o porco tem características semelhantes às do Homem. Quando colocado um desafio, eles conseguiam perceber o objetivo daquela experiência, e não só conseguiam resolvê-la como também conseguiam arranjar maneiras mais simples de as resolver. Por exemplo, um porco que teria de pôr uma bola de golfe num buraco de um “tapete”, arrastando a bola com o focinho ele apercebeu-se que não conseguia colocar lá a bola então, pôs o tapete em cima da bola.

Outro exemplo, foi colocar um porco desmamado precocemente e outro que teve o seu tempo de amamentação e relação com a mãe, numa piscina com uma plataforma. Ao fazer a experiência com o porco que não foi desmamado precocemente este quando encontrou a plataforma se o colocássemos na piscina mais vezes ele ia diretamente para a plataforma, enquanto o desmamado precocemente era mais nervoso e tinha mais medo que o outro não conseguindo encontrar a plataforma andando a nadar as voltinhas. Podemos referir que o porco é um dos animais mais inteligentes do mundo, ultrapassando assim o cão e o chimpanzé.

O mesmo podemos reparar no comportamento humano, pessoas que tenham experienciado experiencias positivas, irão estar mais capacitado para resolver problemas que lhe surja.
Dai concluímos que o Homem e o porco são seres semelhantes em relação ao seu comportamento.

Tiago Pacheco

domingo, 20 de novembro de 2016

Trauma

Há dois tipos de trauma, o trauma físico e o trauma psicológico. O trauma físico refere-se à ferida provocada no corpo de um ser vivo, enquanto que o trauma psicológico diz respeito à lesão provocada na mente humana, sem lesão física aparente.
Trauma Físico:

O traumatismo é uma lesão produzida por ação violenta, de natureza física ou química, externa ao organismo.
As lesões traumáticas são responsáveis por mais de 3,2 milhões de mortes e mais de 312 milhões de feridos por ano pelo mundo fora.

O ATLS (Advanced Trauma Life Support) e o Committee on Trauma sugerem que o trauma deve ser pensado como uma doença, não como um acidente, pois mais da metade das mortes e das lesões por trauma são evitáveis. Devido a esta mudança iniciou-se a prevenção do trauma, através da educação e leis, tais como o uso de capacete, uso de cinto de segurança, sistema air bag, à proibição de conduzir com álcool no as sangue e também o uso de drogas. Esta é a principal causa de morte entre adolescentes e jovens adultos, e quando não mata deixa graves sequelas para o resto da vida .


Trauma Psicológico :

Considera-se ocorrência de um trauma quando as defesas psicológicas naturais são transgredidas. As defesas psicológicas são aprendizagens desejáveis, formas de pensar e de superação de um problema ou dor. São recursos construídos pela pessoa que em situações de dor podem não ser suficientes.
Pode ocorrer traumas devido a ter estado em situações de violência doméstica, violação e abusos sexuais, acidentes de viação, crime violento, morte de familiares, interrupção involuntária de gravidez, bullying e entre outras situações.
Há que ressaltar também o papel importância da memória, pois está ligada à capacidade de organizar e reconstruir as experiências e impressões passadas a serviço de necessidades, temores e interesses atuais.
A memória traumática, junção dos termos memória e trauma, vem carregada de imagens, emoções dos eventos traumáticos do passado revividos no momento atual, por intermédio de sintomas, como por exemplo:
Cognição - confusão mental, desorientação temporal, dificuldade de concentração e de tomada de decisões, dificuldade de expressar pensamentos, pensamentos indesejados, perturbações de memória, pesadelos, aumento de preocupações
Emoções - ansiedade, apreensão, culpa, desamparo, desespero, irritabilidade, negação, pânico, raiva, tristeza
Organismo - abuso de drogas, alterações cardiovasculares, arrepios, estado de hiperatividade, fadiga, fraqueza, insônia, perda da energia sexual, perda de apetite, dor de cabeça, desconfortos gástricos, diarreia, dor de estômago, náusea
Relações interpessoais - aumento de conflitos, isolamento, perturbações familiares, prejuízo do desempenho profissional, recusa ou dificuldade em seguir regras ou ordens.


Consequências do trauma psicológico :

As consequências de um trauma  podem ir desde uma ansiedade leve até a um transtorno psicológico. A gravidade da consequência vai depender de como o indivíduo encara a situação, e isso varia de pessoa para pessoa. Outras consequências são a fobia, o isolamento, a desconfiança de tudo e de todos que leva à dificuldade de estabelecer novas relações ou manter as antigas, a raiva e agressividade, a tristeza e por fim a depressão.
Quando um indivíduo passa por uma experiência traumatizante é normal que ele reaja negativamente quando o assunto é abordado, esse é um mecanismo de defesa inato do ser humano. Porém falar sobre o assunto traumatizante é uma das maneiras de aliviar a tensão e iniciar o processo de cura.

O ser humano tem a capacidade de pensar, sentir e agir, porém cada pessoa vai começar a reagir e aceitar o sucedido quando for o seu tempo, tanto pode ser a curto, médio ou longo prazo ou então isso nunca irá acontecer. O impacto do trauma é diferente de pessoa para pessoa, tudo depende de como foi interpretado e recebido.

Ana Coelho, 12ºB

É a nossa mente naturalmente corrupta?

É a nossa mente naturalmente corrupta?


Já todos experienciamos na vida situações em que, se achamos que algo está correto, vamos tentar aplicar isso para que essa situação reverta para o bem próprio e comum, sendo que, este “algo” é-nos muitas vezes transmitido pelos nossos parentes e mesmo pela sociedade em si. Contudo, também há casos em que, às vezes, há a necessidade de fazer alguma coisa contra algo que, por exemplo, não gostemos, e, dessa forma, torná-lo igual para todos, como é o caso do protesto. E, ao contrário de tudo isto, também há exemplos de formas de tornar um certo acontecimento favorável a um individuo e desvantajoso para os outros, sendo que esse influenciou de alguma forma o processo, para assim tirar partido do mesmo: a esse tipo de influência podemos chamar de corrupção.


          Este termo é muito utilizado hoje em dia devido aos políticos, aos juízes, no futebol, etc, e é um ato de corromper alguém ou algo com a finalidade de obter vantagens em relação aos outros por meios considerados ilícitos ou ilegais. em temos policiais ou judiciais, podemos falar em suborno. Por exemplo, se alguém cometeu um crime e não quer ir preso, "pode" usar o seu dinheiros para que as autoridades se passem por despercebidos e fechem os olhos.

          Mas porquê? Porque é que é cada vez mais frequente este tipo de comportamento? Será que cada um já é determinado a o fazer e os outros têm a sua consciência totalmente limpa e nunca se tentaram a fazê-lo? Não penso que será assim...

          Quem é que nunca pensou em fazer isto para benefício próprio? Todos, pelo que todos já temos no nosso consciente um impulso natural para sermos corruptos, porque aquilo que é mais importante para nós numa situação complicada, somos, claramente, nós mesmos. Com isto, acho possível afirmar que a nossa mente já é naturalmente corrupta, embora que, como é óbvio, apenas uma pequena parte o pratica, e isto é devido a diversos fatores repressivos: como o já falado anteriormente, de os valores dos pais nos serem transmitidos, e em princípio, se eles não o fazem nem fizeram, os descendentes também não o farão; a possibilidade de ser apanhado e punido; normas explícitas que o proíbem; o respeito pelo próximo, entre outros. 

          Concluindo, a nossa mente já é corrupta em si, mas devido a todos estes fatores, e para se viver numa sociedade estável, sem conflitos nem problemas, fazemos este desejo ser oprimido, pois serão mas as desvantagens que as vantagens.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016


    O descontrolo humano 

     O controlo é difícil de manter ao passar por momentos que sejam completamente fora do nosso costume, da nossa razão. Algo que cause tensão, raiva, sentimento de traição ou de humilhação, entre outros, pode levar uma pessoa completamente sã a descontrolar-se quer recorrendo a violência quer fazendo atos impensáveis.

     Todos nós temos a nossa própria cultura e somos também sujeitos a normas e proibições que nos incluem por sua vez numa sociedade. Uma situação em que, por exemplo, haja agressão a um indivíduo, a tendência é do próprio reagir também com violência e por sua vez perder a razão e, consequentemente, perder o controlo. Neste estado de puro descontrolo todas as proibições não passam de palavras e são completamente ignoradas. Mesmo que só por uns instantes, respondemos apenas por instinto e pura irracionalidade.

     Um indivíduo pode ainda ter uma doença mental ou algo que lhe afete o pensamento lógico e a este pode-se chamar de descontrolado pois não obedece às regras e leis fundamentais impostas na sua sociedade. Pode sentir raiva com algo insignificante e, sem noção alguma, cometer até um crime que pode levá-lo à cadeia ou então a uma clínica psiquiátrica.

     No nosso dia a dia deparámo-nos com situações que põe a nossa paciência à prova e temos que manter a calma, pois, se não o fizermos, perderemos uma capacidade que apenas os seres humanos possuem, a racionalidade, e seremos como qualquer outro animal irracional. Na minha opinião, o que faria descontrolar-me mais fácilmente era ofenderem a minha familia ou então amigos.

     “ Nunca aja por impulso de uma raiva, ela nos leva a fazer coisas das quais iremos realmente nos arrepender” Allan Kardec
     João Pereira   nº13


 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

A irracionalidade humana


  Os seres humanos são os únicos dotados de racionalidade entre todas as espécies de seres vivos existentes, sendo portanto um animal privilegiado com inteligência. Mas será que exercemos sempre  essa racionalidade?

 Será que a exercemos quando estamos completamente dominados pela raiva, entusiasmo ou pelo   medo? O ser humano quando movido pelos seus instintos, perde totalmente o seu raciocínio. Nesses casos, passamos a ter a condição de “animais”. Essa impulsividade pode gerar consequências desastrosas como até a morte do nosso semelhante. As emoções fortes levam o ser humano a agir sem pensar, como um impulso ou um instinto. Contudo o Homem não pode se deixar dominar pelos instintos pois a partir daí o Homem se animaliza.

  Em grande parte da história Humana, a sobrevivência dependia de tomar decisões rápidas com informação restrita. Quando não há tempo para analisar de forma lógica todas as possibilidades, o impulso pode até salvar a nossa vida.

  Porque agimos irracionalmente? Para satisfazer instintos como a competitividade, o orgulho e a inveja (todos factores irracionais). É por causa da irracionalidade humana, submetendo a razão, que vemos tantas guerras, sofrimentos e desigualdades no mundo.

 “O homem é um animal irracional, exactamente como os outros. A única diferença é que os outros são animais irracionais simples, o homem é um animal irracional complexo. É esta a conclusão que nos leva a psicologia científica, no seu estado actual de desenvolvimento. O subconsciente, inconsciente, é que dirige e impera, no homem como no animal. A consciência, a razão, o raciocínio são meros espelhos. O homem tem apenas um espelho mais polido que os animais que lhe são inferiores.”- Fernando Pessoa.
Adriana Silva nº1, 12ºB

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Estereótipos e Preconceitos estarão relacionados?

Estereótipo:

É uma generalização excessiva e indevida de um comportamento, uma atitude ou de certas características de um determinado grupo social ou ético, que pode resultar numa avaliação positiva ou negativa. O facto de um certo grupo ou categoria estar estereotipada não faz com que todos os membros do grupo possuem essa certa característica, por exemplo o facto de um grupo social ou ético apresentar uma certa característica, violência, mesmo sendo verdade não implica que todos os membros que pertencem ao mesmo grupo sejam violentos.
Também podemos dizer que os estereótipos têm uma função de categorização uma vez que estes ajudam uma pessoa a adaptar-se a um novo ambiente, fazendo com que este faça sentido nesse “mundo”.

Preconceito:

Preconceito é um “juízo” preconcebido, manifestado em forma de atitude discriminatória perante pessoas, lugares, crenças religiosas, tradições diferentes ou estranhas, é uma ideia que normalmente não tem fundamento sério.
O preconceito pode nascer fruto de uma personalidade intolerante, uma vez que acreditam nas normas máximas e normalmente são hostis com aqueles que desafiam essas regras.
Características comuns a grupos são consideradas preconceituosas quando estas começam a envolver agressividade e violência, caso contrário apenas reparar em características, novos costumes ou em novas pessoas por si só não podem ser consideradas como atitudes ou mentalidades preconceituosas.

Podemos então concluir que tanto os preconceitos como os estereótipos estão relacionados uma vez que ambos traduzem generalizações, havendo apenas uma pequena diferença, os estereótipos normalmente traduzem uma realidade apercebida e de seguida é generalizada para todo grupo, já o ponto de partido dos preconceitos e a ideia superficial dos estereótipos e a invenção ou ideia de uma realidade subjetiva que e generalizada à totalidade da realidade objetiva, substituindo-a.

Tiago Freitas 12ºB
TRAIÇÃO
   As pessoas traem e isto é um facto.
   Infelizmente o ser humano tem uma necessidade de ir em busca de novas aventuras, sair da rotina, perder-se nos beijos e caricias de outra pessoa que não seja o seu parceiro (a).
   Atualmente, tantos homens, quantas mulheres, têm traído muito, provando que tal ato não tem nada a ver com o género, mas sim com as necessidades que a pessoa possui. Recentemente uma pesquisa confirmou que 60% dos homens já traíram, enquanto apenas 47% das mulheres confessaram já ter traído seus parceiros.
   A principal diferença entre a traição masculina e a feminina são as desculpas dadas: os homens traem por que tem mais tendência para trair e as mulheres culpam seus parceiros por precisarem de recorrer à traição.

   Ainda assim, não é possível apontar os culpados pela traição. Quem trai é culpado pelo ato em si, mas as razões que o levaram a chegar neste ponto podem envolver muita coisa. As vezes o (a) parceiro(a) não dá atenção necessária para o (a) parceiro (a), ou deixa de satisfazer o (a) parceiro (a), outros por não se sentirem desejados e assim por diante.
  Será que devemos perdoar ou não uma traição? Se o nosso parceiro nos trair será que devemos fazer o mesmo?
   Na minha opinião eu não perdoaria uma traição, no entanto se me traíssem eu muito provavelmente também trairia a pessoa apesar de não achar correto.

Francisca Cunha 12ºB Nº12


 




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